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"Tóxico"

há +51 semanas

Felix não sabia o que era, mas algo se estava a passar com a sua equipa e não era nada de bom. De há uns meses a esta parte, sentia as pessoas cada vez mais tensas, mais reativas e agressivas, menos proactivas e colaborantes e até menos alegres e comunicativas. A tensão sentia-se entre eles, mas também em relação a si. As disputas e os conflitos eram cada vez mais frequentes. A disponibilidade e entusiasmo por novas iniciativas desceu dramaticamente. Aquela não era a “sua equipa”! Decidiu investigar...Para ler mais

Comentário de Paulo Farias Rodrigues:
Simples rápido e eficaz. Boa abordagem à estratégia de gestão de equipas para tratar elementos desmotivados venenosos.
Não resisto à picardia de deixar uma farpa sobre a maçã podre mas noutras paragens clubísticas.
Abraço

2016-10-25 16:33:56
Comentário de Sonia Rosa:
Não tendo o prazer de o conhecer pessoalmente mas seguindo-o com sempre renovado interesse ouso perguntar o que fazer quando os tóxicos impedem a nossa própria progressão?

2016-10-26 11:55:54
Comentário de Arlindo Duarte:
mais uma estória que descreve muito bem a problemática do toxico .
Excelente.

2016-11-04 21:32:50
Comentário de Sebastião Freitas :
Existem muitos tóxicos nas nossas organizações é um bom exemplo do que por vezes acontece nos locais de trabalho e não devemos deixar passar.
Excelente artigo

2016-11-04 23:35:02
Comentário de Paula Araújo Pereira:
Excelente análise do mal que certos elementos não integrados na cultura da empresa podem fazer às equipas. Numa vivência anterior deparei-me com dois tóxicos que se associaram e conseguiram destruir uma empresa em Portugal através da manipulação do responsável estrangeiro pelo país...sinal de que quando um tóxico é detetado é muito difícil a sua integração e o mal deve mesmo ser cortado pela raíz enquanto é possível pois são mestres na sobrevivência e no ataque.

2016-11-05 10:19:58
Boa noite Dr. José Bancaleiro

Parabéns por trazer mais uma vez a lume um tema clássico para as lideranças de uma forma simples e muito clara.

De facto por vezes há elementos nas equipas que funcionam como lastro e agentes de desmotivação. Ao invés de funcionarem como impulsionadores catalisadores e dinamizadores do espírito de crescimento dinâmica que todas as equipas devem ter funcionam exactamente ao contrário. Muitas vezes impedem mesmo que as equipas evoluam para estados mais elevados de maturação.

É verdade que muitas vezes exigem mais atenção e vigia activa do líderes que mesmo a restante equipa o que é preocupante pois afectam activamente todo o proveito que o empenho dos líderes nas suas principais funções de liderança e gestão processual deve ter no rendimento da equipa.

Os agentes tóxicos são excelentes líderes informais que podem minar completamente toda a equipa e colocar mesmo em causa o projecto da organização.

É função principal do líder começar por colocar as pessoas certas nos lugares certos o que nem sempre é fácil nem obvio. Obviamente tentamos sempre mas muitas vezes acabamos por concluir que há elementos que não tem lugar numa equipa não por falta de competências mas por manifesto défice de interesse e motivação em se integrarem na organização. São agentes desalinhados e desfocados daquilo que há de mais importante numa organização que é nunca perder o foco na sua missão visão e valores.

Um excelente artigo sem dúvida

Um abraço

José Eduardo Mendes Rodrigues 05 de Novembro de 2016


2016-11-05 22:53:29
Comentário de Célia Horta:
Como é verdade esta história ...infelizmente são poucas as organizações onde não existem tóxicos...E quando o lider é tóxico?..é preciso um grande amor à camisola para continuarmos a caminhar todos os dias para a empresa..ou vences ou sais vencido. Eu prefiro vencer

2016-11-06 03:04:24
Comentário de Preciosa Miambo:
Muito interessante o conteudo deste artigo. Muitos parabéns ao José por abordar e partilhar mais um tema relevante no dia-a-dia das organizações. Recomendo leitura nao só aos gestores RH mas a todos os líderes de equipa. É responsabilidade primária do líder tratar e eliminar toxinas na sua equipa

2016-11-06 11:34:39
Comentário de Margarida Faustino:
Mais um muito interessante artigo Jose Bancaleiro obrigado.
Muito ja foi dito anteriormente mas gostava apenas de realcar um ponto muito importante na minha opiniao... O seu artigo termina com uma lista de medidas que podem ser tomadas para lidar com casos toxicos. Todas elas sao muito relevantes mas penso que a principal e mesmo sabermos lidar com esses casos. Muitas vezes as organizacoes entreteem casos toxicos durante muito tempo ou porque veem de pessoas com poder e autoridade ou porque existem sempre boas razoes para desculpar certos comportamentos que nao deveriam ser tolerados. Feedback directo e uma delineacao clara daquilo que a organizacao considera como pedidos razoaveis e outros fora do razoavel manter o lugar a janela em aberto para alguem que esta fora durante muito tempo por exemplo sao o primeiro e o mais importante passo para terminar com situacoes de toxicidade ou impedir que elas crescam ou se alastrem.
Sao muitas as vezes as proprias empresas que dao espaco para que toxicos crescam ou aparecam.

2016-11-06 11:57:21
Comentário de Miguel Félix:
Bom dia Dr. José Bancaleiro
Muito bom e uma grande realidade infelizmente uma maça podre é desgastante o problema torna-se mais grave quando outras maças vão ficando tocadas por muito que se tente é necessário um esforço super escpecial.
Um abraço

2016-11-07 08:58:21
Comentário de Paulo Félix:
E como é grande o Pomar neste jardim à beira mar plantado...

2016-11-07 09:26:00
Comentário de João Rodrigues:
Mais uma bela estória ilustradora de como facilmente uma boa equipa/organização pode ser contaminada.

Obrigado pela partilha.
Um abraço.

2016-11-07 10:32:54
Comentário de Fernando Garcia:
Este tipo de estórias é recorrente pois existem tóxicos em todo o lado e sempre existirão.
A questão de fundo é: como neutralizá-los?
Acompanhar o tóxico e tentar integrá-lo parece-me tarefa inglória e isolá-lo retira-lhe eficácia mas não resolve o problema.
Cortar rapidamente o mal pela raíz é a solução desejável mas infelizmente temos que viver com uma legislação que nos obriga a desesperar com este tipo de gente enquanto muitas pessoas úteis continuam no desemprego.

2016-11-07 12:05:19
Comentário de Manuel Spínola:
Ilustrando uma realidade tantas vezes apenas latente e outras bem declarada quis a sorte bafejar a chefia exercida pelo dito Félix com a demissão apresentada por esse elemento problemático o que a não ser assim viria a causar seguramente fortes dores de cabeça a ele Félix e à Organização/Empresa num processo longo e penoso e com desfecho quase sempre incerto. Pena é que as maçãs podres persistam quase sempre em permanecer nas Organizações... aos mais diferentes níveis.

Abraço e muito agradeço o seu artigo de reflexão.

2016-11-07 12:13:54
Comentário de Teresa Peres:
Muito bom e muito actual. Os danos que os tóxicos podem causar nas empresas nas equipas e nas pessoas podem levar à destruição de muitos anos de trabalho. Uma liderança responsável e determinada é um dos componentes essenciais para fazer face a este tipo de contaminantes .
Um abraço e muito obrigada pela partilha.

2016-11-08 20:56:07
Comentário de Yura de Oliveira:
Mais uma historia que frustra as nossas chefias muito actual devemos exterminar os tóxicos que enfraquecem a nossa equipa. Excelente abordagem obrigado

2016-11-10 15:23:06
Comentário de Ana Magalhaes:
De facto um artigo que descreve uma realidade mais comum que necessária.
O ponto para mim de reflexão é em bom rigor o que torna este tóxico altamente contagioso. Será um reconhecimento de poder real informal ou será o medo?
Como conseguimos nós nas nossas oganizações dar empowerment aos restantes membros da equipa para isolar e até eliminar este tóxico antes que mine a organização.
Excelente Artigo Excelent food for thought once again.
Ana

2016-11-11 17:49:15
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